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Basílio Horta defende que o radicalismo deve ser prevenido junto das comunidades locais

Basílio Horta 2

O presidente da Câmara Municipal de Sintra defendeu, esta quinta-feira em Bruxelas, numa conferência sobre o radicalismo e terrorismo em meios urbanos que a prevenção e combate deste fenómeno deve incluir as boas práticas de inclusão junto das comunidade locais.

Basílio Horta defendeu, na conferência organizada em conjunto pela Comissão Europeia e pelo Comité das Regiões, que “a marginalização e falta de acompanhamento dos imigrantes é um dos fatores que mais contribui para fenómenos de radicalização”.

O presidente da Câmara Municipal de Sintra lembrou que a prioridade do município é “promover o desenvolvimento inclusivo e a melhoria geral da qualidade de vida dos cidadãos”. “Em Sintra promovemos boas políticas de acolhimento e de integração”, lembrou o autarca.

O presidente da autarquia lembrou que, o principal instrumento para o desenvolvimento de políticas locais na área do acolhimento e integração de migrantes é o Plano Municipal para o Acolhimento e Integração de Migrantes de Sintra.

Entre as medidas mais relevantes deste plano inclui-se o “Observatório das Migrações de Sintra” que identifica as principais tendências e problemáticas da comunidade islâmica local de forma a desenvolver novas medidas e política.

Para Basílio Horta, “os Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes, dois da autarquia e outros dois da Associação Olho Vivo, assumem particular importância neste plano municipal, porque garantem o acompanhamento e a regularização dos imigrantes no território português e desta forma a promoção da sua integração”.

O autarca sublinhou, em Bruxelas, que “o município de Sintra tem desenvolvido iniciativas que permitam a formação e capacitação na língua e cultura portuguesa para facilitar a integração”. A Fábrica do Empreendedor tem sido um importante instrumento desta politica porque permite capacitar para o empreendedorismo, empregabilidade e emprego, através da formação profissional, assistência técnica, apoio à criação de negócios e microempresas e noções de economia.

Basílio Horta defendeu também durante a conferência que “Sintra tem sido também exemplar no desenvolvimento de eventos e iniciativas de interação entre as diversas comunidades e na promoção do diálogo inter cultural e inter religioso”.

O presidente da autarquia destacou também os Contratos Locais de Segurança por serem um instrumento fundamental nos “bairros e territórios com taxas elevadas de criminalidade e com maiores dificuldades de integração”.

“Os Contratos Locais de Segurança permitem que o município de Sintra para esses territórios defina um conjunto de medidas com parceiros no sentido de ultrapassar as dificuldades identificadas”, afirmou Basílio Horta. A redução de vulnerabilidades sociais, a prevenção da criminalidade e da delinquência juvenil e o aumento do sentimento de segurança, são os principais objetivos dos Contratos Locais de Segurança.

O presidente da Câmara Municipal de Sintra destacou ainda, junto dos seus colegas europeus, o trabalho realizado nesta área em conjunto com associações locais. “As associações são um verdadeiro e fundamental aliado estratégico do município”. Basílio Horta lembrou o trabalho com a Fundação Aga Khan e com as duas associações islâmicas do município.

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